Atuando como defensor de direitos
Leia Êxodo 2-5
Estas histórias sobre Moisés mostram que há vários estágios e abordagens com que se aprender, quando atuamos como defensores de direitos. Em primeiro lugar, para sermos defensores de direitos, precisamos estar cientes da situação dos outros e precisamos sentir compaixão por eles (Êxodo 2:11).
- Como podemos achar tempo para sermos bons ouvintes e observadores?
- Quem Deus poderia estar querendo que ajudássemos?
Uma vez cientes das necessidades, pode ser tentador corrermos imediatamente para tentar ajudar as pessoas (Êxodo 2:11-15). Porém, somente anos mais tarde Moisés é chamado por Deus para ir a Faraó e trazer o povo de Deus, os israelitas, para fora do Egito (Êxodo 3:7-14). Moisés tem muitas perguntas, porém, no final, ele retorna para o Egito.
- Nós decidimos nossas ações através da oração ou simplesmente fazemos o que achamos que é melhor?
- Estamos preparados para esperarmos que Deus decida o momento certo?
- Acreditamos que, se Deus nos chamou, ele nos equipará, apesar de nossas limitações?
- Esperamos para termos a certeza de que conhecemos a situação real no local?
Moisés poderia ter permanecido em sua posição confortável, isolado das dificuldades das pessoas, como filho da filha de Faraó (Êxodo 2:10). Ele abriu mão de sua própria segurança e posição privilegiada para defender e ajudar outras pessoas necessitadas.
- Calculamos o que nos custaria ajudar os outros?
- Estamos dispostos a fazer os sacrifícios necessários?
Deus também prepara outras pessoas para fazerem parte do processo. Moisés recebe a ajuda de Aarão e o apoio dos líderes israelitas (Êxodo 4:27-31).
- Encontramos outras pessoas com quem trabalhar?
- Estamos utilizando todos os recursos disponíveis?
- Dividimos as tarefas claramente, de maneira que cada pessoa possa fazer a sua parte?
Se o que estivermos fazendo for o plano de Deus, teremos êxito, por mais assustadora que a tarefa pareça ser e apesar de nossas próprias fraquezas. Na verdade, Deus parece preferir trabalhar em situações impossíveis, para que a glória seja dele! (Êxodo 14:29-31). O Senhor alcançará seus propósitos. Você acredita nisto?
A resposta de Jesus ao pecado
Leia João 8:1-11
Os escribas trouxeram a Jesus uma mulher que tinha sido pega cometendo adultério. Os acusadores queriam humilhar a mulher
e colocar Jesus numa armadilha. O homem, que também havia cometido adultério, havia escapado. Eles trouxeram a mulher para fora, em público, pronta para ser apedrejada.
- Como Jesus respondeu às acusações?
- Como Jesus permaneceu no controle da situação e de seus próprios sentimentos?
- Como ele julgou o pecado da mulher?
- O que podemos aprender com o exemplo de Jesus ao julgarmos os outros?
Jesus não defendeu as ações da mulher, mas estava disposto a enfrentar os poderosos. Suas ações eram motivadas pelo amor e pelo desejo de reconciliação. Ele ensinava o perdão, ao invés da condenação.
O princípio do Jubileu
Leia Levítico 25:8-31
Levítico é o terceiro livro do Velho Testamento e fornece orientações para o nosso relacionamento com Deus e com o nosso próximo. O capítulo 25 fala sobre duas festas importantes: o ano sabático, quando se deixava a terra descansar durante um em cada sete anos, e o ano do Jubileu, a cada 50 anos.
O Jubileu era a resposta de Deus para a pobreza a longo prazo. As pessoas ficam pobres por todo tipo de razões e esforçamse para melhorar a sua situação. No entanto, o Jubileu criava condições para um novo começo em cada geração. Para as pessoas caídas na armadilha da pobreza, ele trazia esperança e novas oportunidades, pois as terras eram restituídas aos seus proprietários originais, dívidas eram canceladas e os escravos
eram libertados. Terras, escravos e empréstimos eram todos avaliados de acordo com a sua proximidade ao ano do Jubileu. Ninguém sabe ao certo se o princípio radical do ano do Jubileu era obedecido, mas, em Lucas 4:18-19, quando Jesus leu uma passagem do livro do profeta Isaías, ele declarou que o ano do favor do Senhor – o ano do Jubileu – havia se cumprido. Em Jesus, podemos experimentar um “Jubileu”.
- O que deveria acontecer quando a trombeta soasse para marcar o começo do Jubileu?
- No versículo 23, a quem pertence a terra? Como isso afetou a maneira como os israelitas usaram a terra?
- O que o princípio do Jubileu nos ensina acerca do cuidado de Deus para com os pobres e oprimidos?
- Quais são as diferenças entre a resposta de Deus à pobreza e injustiça e a resposta do mundo?
- Quem se beneficiava com o Jubileu?
- Como nós e o nosso próximo nos beneficiaríamos com um Jubileu? Quais seriam as maiores dificuldades para se colocar o princípio do Jubileu realmente em prática?
- De que forma podemos praticar e experimentar agora um Jubileu em Jesus?
Ore por aqueles que são pobres e oprimidos pela injustiça, para que eles possam ser capazes de experimentar o Jubileu de Deus em Jesus.
Jesus e os cambistas
Leia Lucas 19:45-48
Quando Jesus entrou em Jerusalém, muitos de seus discípulos o receberam e louvaram. Entretanto, pouco depois de sua chegada, Jesus foi ao local do templo e começou a virar as mesas dos cambistas e dos que vendiam pombas. Ele repreendeu a multidão, inclusive os principais sacerdotes e os escribas, por sua falta de fé e por permitirem que o templo fosse corrompido.
- O que motivou a ira de Jesus?
- Ele explicou claramente os motivos da sua ira?
- O que podemos aprender com as ações de Jesus?
- Deveríamos estar dispostos a desafiar os costumes culturais, se eles fossem contra a vontade de Deus?
- Como poderíamos considerar a possibilidade de fazer isto?
Jesus atacou a exploração dos pobres. Embora ele não tivesse nenhuma autoridade oficial no templo, as pessoas escutaramno, por causa do que ele fez. Ele explicou suas ações para as pessoas ao redor e foi motivado por uma profunda preocupação pelos pobres.
Veja tambémDeuteronômio 10:18 Faz justiça ao órfão e à viúva
Isaías 58:6-7 Que soltes as ligaduras da impiedade
Amós 5:11-15 Pisais o pobre
Miquéias 6:8 Pratica a justiça, e ama a misericórdia